dermatologia clinica

Dermatologia
Clínica

Tratamento de câncer de pele em Brasília

Câncer de pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Dependendo do tipo da célula envolvida, será desenvolvido um tipo específico de tumor. Os tipos mais comuns de câncer de pele são: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.

câncer de pele
Câncer de pele carcinoma basocelular 2

Carcinoma Basocelular

É o câncer cutâneo mais comum, representando em torno de 75% dos casos. Incide com maior frequência em indivíduos de pele clara. Exposição cumulativa ao sol ao longo da vida é o principal fator de risco para seu desenvolvimento.

As lesões localizam-se predominantemente na face, mas podem surgir em qualquer região da pele, principalmente nas áreas de maior exposição ao sol. Clinicamente são observados pequenos nódulos com brilho discreto e/ou avermelhados, que podem apresentar pigmentação acinzentada. Essas lesões algumas vezes ulceram e o paciente pode identificar uma pequena ferida que não cicatriza.  

Geralmente, o exame clínico é suficiente para o diagnóstico, mas algumas vezes há necessidade da biópsia com exame histopatológico.

O carcinoma basocelular é considerado o menos agressivo dos tumores malignos da pele, porque apresenta crescimento muito lento e o comportamento maligno é restrito ao local da lesão. Mas, apesar de raramente causar metástases, o tumor pode destruir os tecidos ao seu redor, como cartilagens e ossos. Assim, quanto mais precoce o diagnóstico, mais conservador e melhor será o resultado do tratamento.

São várias as modalidades de tratamento possíveis, dentre elas o tratamento cirúrgico e o uso de agentes quimioterápicos tópicos, que são os mais utilizados. Mais em carcinoma basocelular.

Câncer de pele carcinoma basocelular 1 1
Câncer de pele carcinoma espinocelular 2

Carcinoma Espinocelular

É o segundo tipo mais frequente de câncer da pele, representando 15% dos casos. Incide mais frequentemente em indivíduos do sexo masculino com pele clara. Exposição cumulativa ao sol ao longo da vida é o principal fator de risco para seu desenvolvimento.

As lesões localizam-se predominantemente na face, lábio inferior, orelhas, dorso das mãos e genitais. Clinicamente são observados nódulos endurecidos, recobertos por uma camada amarelada, que podem ulcerar (ferir).

É frequente o desenvolvimento de carcinoma espinocelular a partir de lesões pré-cancerígenas, como queratoses actínicas (causadas pelo sol), queilite actínica (alteração no lábio, causada pelo sol), radiodermite crônica (alteração da pele após um tratamento com radioterapia) e sobre cicatrizes ou úlceras (feridas) crônicas.

O carcinoma espinocelular é mais agressivo do que o carcinoma basocelular e, além da invasão dos tecidos locais, pode ocorrer disseminação e metástases.

O tratamento depende de vários fatores, tais como a idade e o estado clínico do paciente, o tamanho, profundidade e localização do tumor e seu caráter primário ou recidivado, além das características da pele ao redor da lesão.

Na maioria dos casos de carcinoma espinocelular, o tratamento cirúrgico é o mais indicado. Para tratamento das lesões pré-cancerígenas (queratoses actínicas), podem ser usados medicamentos tópicos e procedimentos cirúrgicos, como a crioterapia e a eletrocoagulação.

Câncer de pele carcinoma espinocelular 1
Melanoma

Melanoma

O melanoma é um câncer originado a partir dos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação cutânea. É menos frequente do que os carcinomas basocelular e espinocelular, representando 4% dos cânceres de pele. Porém, é o tumor cutâneo de maior malignidade e, portanto, o mais grave, pelo elevado potencial de metástases. Atualmente, sua incidência tem aumentado expressivamente em diversos países, principalmente nas populações de pele branca.

São fatores de risco para desenvolvimento de melanoma:

Os nevos (pintas) podem ser precursores de melanoma: aproximadamente 40 a 50% dos melanomas surgem a partir de um nevo pré-existente que se transforma. Mas a maioria dos melanomas surge de melanócitos da pele normal; isto é, quando a mancha surge, ela já é um melanoma.

Nevos típicos em grande número ou a presença de nevos atípicos (aqueles que apresentam alterações no formato, cor, tamanho, etc.) são considerados marcadores de risco aumentado para desenvolvimento do melanoma. Por isso, pessoas que apresentam múltiplos nevos ou que tenham outros fatores de risco devem ser examinadas regularmente para possibilitar o diagnóstico precoce do melanoma.

Sinais de alerta, fatores de risco e a regra do ABCD em detalhe na página sobre melanoma.

Nevos
câncer de pele melanoma 3

Geralmente o melanoma cutâneo apresenta, inicialmente, um período de crescimento superficial. Durante essa fase, as células tumorais estão confinadas à camada mais superficial da pele (epiderme) e ainda não tiveram oportunidade de “espalhar” (dar metástases). Portanto, esse é o momento em que o diagnóstico é considerado precoce e tem importância crucial para o tratamento, tornando a cura mais provável.

São considerados sinais de alerta para possível transformação maligna de um nevo: mudança do tamanho, da forma e da cor da lesão; além de crescimento, inflamação, sangramento, ulceração (ferida), coceira ou dor. Diante de uma dessas alterações, um dermatologista deverá examinar a lesão para determinar se há necessidade de excisão cirúrgica para exame histopatológico ou apenas o acompanhamento clínico.

A regra do ABCD é bastante utilizada para esse seguimento clínico, onde são avaliados os seguintes parâmetros:

A – Assimetria

B – Borda irregular

C – Variação na Cor

Regra do ABCD do melanoma: assimetria, borda, cor e diâmetro
exames e diagnostico

D – Diâmetro maior do que 6 mm ou crescimento da lesão.

Diante de uma lesão suspeita de melanoma, é fundamental a realização de uma biópsia (se possível, retirando a lesão inteira) para exame histopatológico, confirmação do diagnóstico e programação do tratamento.

Várias campanhas têm sido realizadas com o intuito de conscientizar e esclarecer a população da importância do diagnóstico precoce e da prevenção do melanoma.

Como prevenir?

1. Proteger-se do sol:
 – Evitar exposição em horários de pico ou durante períodos prolongados.
– Usar protetores solares adequadamente.
– Usar medidas físicas de proteção, como roupas e chapéus.
2. Consultar regularmente o dermatologista: o câncer de pele, quando diagnosticado precocemente, é curável.

Mulher aplicando protetor solar no rosto

Procurando por tratamento de câncer de pele em Brasília - DF?

Na Verveine Clinique, cada tratamento é realizado com avaliação individualizada pela Dra. Tatiana Varella, médica dermatologista.

A Dra. Tatiana é formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, fez residência médica em Dermatologia pela USP e possui Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Seu atendimento tem como foco a saúde da pele, a segurança dos procedimentos e a busca por resultados naturais.

Dra. Tatiana Varella, dermatologista responsável pela Clínica Verveine na Asa Sul

Fale Conosco

Telefone

(61) 3345-5505

WhatsApp

(61) 98177-2297

Endereço

SGAS 610 – L2 sul – Centro Médico Lucio Costa – bloco 2 – salas 111-116 (entrada pela via L3)

Escrito e revisado por Dra. Tatiana Varella: Médica Dermatologista · CRM-DF 13.783 · RQE-DF 6568 · Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

Rolar para cima